
A parceria tem sido uma solução encontrada por gestores para resolver crises e buscar soluções criativas e eficazes em seus negócios. A união de forças é a melhor maneira de vencer obstáculos. E um exemplo disso é o acordo firmado entre Brasil e Inglaterra para intercâmbio de informações sobre futebol, nas áreas de formação de árbitros e jogadores.
O anuncio foi feito pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, na última quinta-feira, dia 26, em São Paulo, na presença do presidente Lula. O intercâmbio objetiva compartilhar experiências na organização de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos de Londres em 2012, e a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Brown afirmou que a Associação de Futebol da Inglaterra e a Confederação Brasileira de Futebol estabelecerão diálogo para o intercâmbio de experiências sobre o esporte e, eventualmente, criarem uma escola de árbitros no Brasil.
Esse fato mostra como o esporte é uma atividade relevante, rentável e gera interesse de pessoas de todas as idades e classes sociais, inclusive de muitas autoridades.
Clubes como o Manchester United, o Chelsea e o Arsenal, da Inglaterra de Gordon Brown, faturam bilhões com uma competente exploração de suas poderosas marcas e os recursos provenientes de estádios lotados.
Uma pena que muitos dirigentes brasileiros ainda não tenham percebido o potencial de seus clubes. No entanto, na avaliação de vários especialistas, o espaço dos “amadores” será reduzido pela crescente exigência do mercado. A profissionalização do esporte será ampliada e abrirá espaço para quem deseja trilhar uma carreira de sucesso, com uma postura ética e competente.
Será que isso vai demorar muito? Quanto tempo os clubes brasileiros ainda resistem?
Matéria muito boa, Marcelo. Parabéns mais uma vez. E tomara que a resposta a pergunta final seja que os clubes brasileiros achem logo uma saída para os seus problemas, para a crise que se encontram hoje.
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